Sou a favor dos uniformes.
Tenho uma teoria que todo funcionário
deveria vir de casa apenas tomado banho, com jeans e camiseta e ao chegar na
empresa, um departamento se encarregaria de vesti-lo adequadamente para exercer
suas funções.
Eu tenho horror em ver o sutiã preto
da atendente por baixo da blusa branca ou sua calcinha vermelha escapando pelo
cós da calça.
Gente que acredita que roupa íntima
tem que ter motivos: juninos, natalinos, aniversário de São Paulo, meninas
super poderosas, etc.
Funcionário que usa colônia
fragrância CK Be, adquirida na feirinha de artesanato da Praia Grande.
A mistura das estampas listrada com
oncinha, que deixam os clientes sem saber o motivo que os levou a estar ali,
naquele dia, naquela hora.
As meias de nylon marrom com sapatos
pretos que os rapazes insistem em fazer combinar – não vai dar certo nunca,
confiem.
As meias arrastão em pleno horário
comercial. Se você veio direto, guarde pra você essa informação.
As gravatas com desenhos animados que
sempre tem um lugar ou outro que ainda se pode encontrar para comprar.
E digo mais: eu não liberaria o tal Casual Day.
É nesse dia que os demônios saem de
suas covas e adentram ao escritório nas mais diversas formas, como:
·
Camisetas
com um coqueiro desenhado dizendo: Estive em Porto Seguro
·
Crocs:
o que são esses calçados? Em que categoria se enquadram?
·
Cabelos
cheios de gel e para cima, “tipo gatinho”
·
Unhas
cheias de adesivos e penduricalhos para a balada de logo mais
·
Maquiagem
de glitter
·
Tênis
com meias pretas
É bem verdade que algumas vezes colocamos
a cabeça, no escuro, dentro do armário e o que enganchar é o que vai pra rua,
mas não façamos disso um hábito.
Lutemos para o uniforme virar lei.
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